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Blog da Tintolac

Como evitar os 7 erros da pintura

Ter anos de experiência no serviço não é garantia que o pintor imobiliário vá acertar sempre. Por isto, o blog da Tintolac separou  sete dicas para o profissional mandar bem no serviço, deixar o cliente satisfeito e, consequentemente, ter ótima reputação no mercado. As orientações são de Douglas Assis, um dos fundadores da Associação Brasileira de Pintores Profissionais (Abrapp) e coordenador do Movimento Brasil por um Pintor Melhor.

pintura de paredes é na Tintolac

1 – Qual a melhor tinta?

Essa é uma das pergunta mais comuns dos clientes. Respondê-la de bate-pronto apontando a marca pode ser um erro. Isto porque a melhor tinta depende da relação custo-benefício.  Por exemplo, se um cliente quiser fazer uma pintura expressa apenas no teto e viu uma lata de Eucatex a R$ 40 e outra da Coral a R$ 42, ele e o próprio pintor podem ser induzidos a ficarem com a segunda, pois é mais famosa. Mas se a Eucatex for premium e a Coral econômica, é mais vantagem ficar com a primeira neste caso. E isto não significa que a Coral é inferior ou mesmo marca ruim, mas que nesta situação é vantagem levar a Eucatex.

2 – Quem decide a tinta?

Não é de bom tom que o pintor decida. Por exemplo, se o cliente quer usar uma tinta econômica com objetivo apenas de ‘limpar’ uma pintura antiga e usando a mesma cor, ok. Como as tintas econômicas dão mais trabalho que as premiums, é bom o pintor fazer um pequeno acréscimo no orçamento da mão de obra. Mas sem exagero. E tem ainda outra razão: se o pintor insistir na marca ou tipo (premuim, standard ou econômico) e o cliente não gostar do resultado, é insatisfação na certa. O ideal é ver a necessidade e a condição do cliente. O pintor pode até dar dicas sobre a tinta, mas a palavra final deve ser de quem contrata o serviço.

3 – Quem compra mais tinta?

Em loja de tinta quem mais compra é o cliente que pretende pintar o imóvel, não o pintor. Se o pintor insistir em pedir vantagens nas lojas ou, por não obtê-las, querer boicotar determinada marca de tintas, não vai funcionar. A indústria de tintas sabe que, na maiorias das vezes, quem decide a compra é o cliente de varejo ou as grandes construtoras, que fazem suas aquisições diretamente com as fábricas.

4 – Acerto de cor

Não é uma obrigação do pintor. Ele tem que deixar claro que dificilmente vai ter precisão do tom, mas que fará por aproximação. Inclusive a indústria contrata coloristas químicos para acertar a cor e ela própria diz que é por aproximação. Tanto que um lote pode ser diferente do outro. Inclusive o pintor deve cobrar se tiver que tingir uma quantidade maior de latas, pois isso dá muito trabalho.  O ideal para evitar problema é comprar a lata já com a cor específica.

5 – Qualidade x manutenção

Nem sempre o que dura mais é melhor para dar manutenção. Veja o caso do grafiato na pintura externa: ele impede umidade, mas se der problema tem que ser remendado, o que dá enorme dor de cabeça. Por outro lado, massa acrílica e tinta emborrachada na pintura externa dá menos trabalho na manutenção. Mesma coisa cetol x stain para madeira. O primeiro dura sete anos e o segundo três. Mas a reaplicação do cetol é muito mais difícil. Tudo isso precisa ser esclarecido ao cliente para que ele possa pesar os prós e contras.

6 – Preço por telefone

Não se deve fazer isso. É muito grande o risco de ocorrerem duas situações: ou o orçamento fica muito baixo e o pintor irá se arrepender; ou o valor ficará tão alto que o cliente desistirá. Orçamento se faz olhando o imóvel e sabendo as necessidades, condições e expectativas do cliente.

7 – Tinta com problema

Antes de falar mal de alguma marca de tinta por alguma experiência anterior, é preciso atenção.  Primeiro saber se a mistura feita na loja onde se comprou a tinta foi correta. Erros podem acontecer e, infelizmente, até por má intenção. Outra coisa é ter clareza se a tinta usada não foi de linha exclusiva para construtoras, o que pode dar resultado diferente. Por isto é salutar orientar o cliente buscar loja com boa reputação no mercado.

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